quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Descrição e Audiodescrição

AUDIODESCRIÇÃO
A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite acesso de pessoas com deficiência visual, entre outras, ao cinema, teatro, programas de TV, exposições, espetáculos de dança, passeios turísticos, eventos acadêmicos et. Essa técnica usada para descrever imagens, com a finalidade de proporcionar as pessoas com deficiência visual um a melhor ou ampla compreensão do contexto que estão presenciando.
Ela é fundamental para inclusão de milhões de pessoa ao lazer, à cultura e ao conhecimento.
Nesse sentido, entendemos que o educador comprometido com a prática inclusiva, que respeita e valoriza seus educandos e, consequentemente, suas características humanas, faz da ação docente uma busca constante pela promoção das acessibilidades que diluirão as possíveis barreiras limitantes ou impeditivas do pleno desenvolvimento de seu aluno com deficiência. No sentido de promover aos educandos com deficiência  visual uma aprendizagem significativa o professor deverá oferecer-lhes um fazer pedagógico diferenciado com o uso das tecnologias assistivas.
De acordo com Bersch e Tonolli, considera-se tecnologia assistiva:
“todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e, consequentemente, promover Vida independente e Inclusão”.
Em outras palavras, significa dizer que, ao promover a utilização das tecnologias assistivas no contexto social ou escolar, a partir do uso de tais tecnologias, a pessoa com deficiência poderá executar tarefas, acessar informações, transitar pelos ambientes etc.
Surge então, como tecnologia assistiva a audiodescrição, que se constitui como um serviço especializado capaz de promover a acessibilidade comunicacional de pessoas cegas e com baixa visão, além de contribuir para o acesso à informação. Audiodescrição caminha pela comunicação, assumindo o papel de transmissora de informações que, inicialmente, estariam disponíveis apenas ao campo visual.

Audiodescrição de Turma da Mônica – Boas Maneiras- Sugestão Pedagógica
O professor poderá trabalhar com esse Vídeo a importância das regras e limites, escola e convivência para vida em sociedade.  De maneira interdisciplinar com a componente curricular pluralidade cultural (cidadania, diferenças e desigualdades); Ética (solidariedade, respeito mútuo); Podendo ser explorado por etapas: Como sugestão: 1ª aula despertar o interesse dos alunos pelo tema, explorando os conceitos de respeito e descumprimento de regras; 2ª aula: trabalhar com os alunos a importância do “Sim” e do ” Não” nas relações interpessoais e 3ª aula: construção de regras pelos alunos e professores na escola a partir do debate em grupo; relacionar a história (vídeo) com a realidade da turma; reconhecer a importância das regras estabelecidas para a convivência no grupo; confecção dos combinados em cartazes fazendo com que os alunos DV ditem as regras para serem escritas pelos demais alunos da turma.


sábado, 19 de outubro de 2013

Jogo para favorecer o desenvolvimento de aprendizagem do aluno com Deficiência Intelectual


CAIXA DE CLASSIFICAÇÃO

 



Nylse Helena Silva Cunha: Criar para brincar
 

 

O que esse jogo estimula:
 

Classificação, pensamento, discriminação visual, coordenação viso-motora, reconhecimento de objetos iguais, atenção e concentração.

 

Descrição do jogo:

 

Se pega uma caixa de sapato onde caiba seis potes de iogurte, coloque-a virada de cabeça para baixo, com seis orifícios do tamanho correspondente ao dos potes de iogurte. Separa-se seis tipos diferentes de materiais pequenos, como carretéis, botões, toquinho de lápis, etc. A caixa deverá ser forrada com papel fantasia ou com outro tipo de papel.

 

Exploração:

 

Para que o aluno sinta-se estimulado a jogar o professor deverá apresentar o jogo ao aluno e explicando como se brinca.

Para que as atividades desenvolvidas com esse jogo fiquem desafiadoras o professor deverá fazer as devidas intervenções:

-Misturar todos os objetos e pedir à criança que classifique, colocando cada tipo em um lugar na caixa.

-Colocar uma peça em cada pote e pedir à criança que deixe todos os potes com seis peças.

-Com os potes com seis peças, retirar objetos para que o primeiro fique com uma, o segundo com duas, o terceiro com três e assim por diante.

-Colocar alguns objetos nos potes e pedir à criança que deixe todos os potes com a mesma quantidade.

-Dar 12 pequenos objetos e pedir que sejam distribuídos igualmente nos potes, sem deixar nenhum de fora.

 

Realizando as devidas intervenções o professor possibilitará que o aluno desenvolva assim sua metacognição de maneira significativa.

 

 

Referência

http:www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/aequivos/2444-6.pdf

                     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 8 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva



Tecnologia Assistiva – Alunos com Deficiência Física – Prancha de Letras

Desde que o dia começa até o término do mesmo realizamos inúmeras atividades que fazem parte de nossa rotina, essas atividades denominadas de atividades de vida diária (AVD), como: acordar, fazer nossa higiene pessoal, nos vestir, preparar nosso alimento, nos alimentarmos e sairmos de nossas casas para os nossos afazeres escolares ou de trabalho. Isso tudo requer autonomia, algo que um aluno com deficiência física não faz com total autonomia, fazendo com que o mesmo precise de ajuda e cuidados de outra pessoa.

Um aluno com deficiência física não participando ativamente de suas próprias atividades escolares, ele fica em desvantagem, pois não tem oportunidades de se desafiar e criar como seus colegas.

Pensando nessas dificuldades habituais encontradas por esses alunos que a tecnologia assistiva (TA) existe. Segundo Bersch, “  quando falamos em tecnologia assistiva, significa que desejamos resolver com criatividade os problemas funcionais de pessoas com deficiência física.” Diante disso, nos remetemos a buscar alternativas para que as mesmas tarefas do cotidiano sejam executadas de outra maneira.

Para isso podemos fazer uso de vários recursos que favoreça o desempenho desta atividade pretendida ou podemos até mesmo modifica-la, para que possa ser concluída de outra maneira.

Como uma das alternativas de realização de escrita por um aluno com deficiência física, que se cansa muito ou não consegue escrever utilizando o lápis ou caneta, mesmo adaptados, podemos pensar na Prancha de letras como solução para sua escrita.

A Prancha de Letras é uma folha de papel contendo todo o alfabeto. O aluno aponta ou olha para a letra que deseja escrever e o colega, ou seu acompanhante, vai compondo o texto.

Esse processo de seleção pode ocorrer de forma direta ou indireta. Na forma direta o próprio aluno consegue levar o dedo, o olhar, ou outra parte do corpo sobre a letra que deseja selecionar. Na forma indireta é o professor ou o auxiliar, que passa a mão sobre a prancha de letras e quando ele toca na letra que o aluno deseja escrever, este emite um sinal afirmativo, que pode ser um som ou um gesto. Esse segundo sistema de seleção é chamado de varredura.

A tecnologia assistiva na educação será o meio pelo qual o aluno com deficiência física possa realizar suas atividades do seu jeito e assim se tornar o autor de sua própria história, ativo no seu processo de desenvolvimento e aquisição de novos conhecimentos que irão trazer-lhe benefícios significativos à sua vida.

Referência

SCHIRMER, Carolina R.[et al.] – Deficiência Física – São Paulo: MEC/SEESP, 2007

sábado, 3 de agosto de 2013

O papel do professor de AEE na escola



O  papel do professor do AEE na escola
Aprendemos na disciplina AEE que o professor de AEE tem a função de organizar, juntamente com os professores e a equipe gestora da escola, os espaços físicos e os ambientes sociais para acolher o aluno com deficiência.
A maneira como o aluno com deficiência é acolhido na escola comum implica totalmente na definição do papel do professor de AEE com a equipe gestora no qual esse aluno está inserido. Diante disso, são inúmeras as funções do professor de AEE, sendo elas pautadas em ações que vão desde a natureza estrutural, física e pedagógica. Essas ações partem da elaboração de projetos para aquisição de materiais que atendam as necessidades desse aluno inclusive no espaço de sala de aula e do professor que irá atendê-lo.
 É seu papel também identificar os espaços que sejam favoráveis às ações pedagógicas, além de colaborar na organização dos alunos nas salas de aula, através da socialização, definição de critérios de enturmação, levando em conta a idade cronológica, e estabelecendo a quantidade de alunos com deficiência por turma.é também seu papel o trabalho de produzir materiais didáticos e pedagógicos, tendo em vista as necessidades específicas desse aluno, no sentido de promover sua inclusão e interação na classe comum.Isso facilitará sua adaptação escolar e social.
Um dos elementos fundamentais que contribuem para o desenvolvimento do trabalho do professor de AEE com aluno que apresenta deficiência é a parceria estabelecida com a família do aluno no sentido de aproveitar o saber de experiência dos pais, que podem nortear a ação de como lidar com o aluno e favorecer a intervenção desse profissional. Além de criar certa cumplicidade com os pais, o que pode possibilitar a elaboração e o desenvolvimento do plano de AEE na escola e no ambiente familiar.
Outra parceria que é de suma importância é entre o professor de AEE e o do ensino comum. Essa boa relação constitui um dos aspectos essenciais que permitirão assegurar o melhor resultado possível das intervenções firmadas no contexto do AEE, se refletindo positivamente na classe comum.
Em suma, o papel do professor de AEE consiste em três funções principais: a de gestão dos processos de aprendizagem, de avaliação e acompanhamento. O acompanhamento de AEE se organiza a partir de um plano de AEE que o professor deve elaborar com base nas informações obtidas sobre o aluno e a problemática vivenciada por ele através do estudo de caso.

domingo, 26 de maio de 2013

PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL



Pesquisa realizada
Tema de pesquisa: Atendimento Educacional Especializado e Tecnologias Assistivas
Iniciamos a pesquisa no site de busca da Internet o Google fazendo uso do seguinte código “Tecnologias Assistivas no AEE” onde o site de busca percorreu a rede e nos ofertou vários documentos relacionados com ao tema indicado. Diante disso, pesquisamos o Programa do Salto para o Futuro que apresentou o artigo Escola de atenção ás diferenças que se trata de um Programa PGM. 2 – Atendimento Educacional Especializado e Tecnologias Assistivas esse programa discute a inclusão escolar de crianças com necessidades educacionais especiais, a partir de uma perspectiva filosófica e político cultural. O segundo programa da série mostra a sala de recursos multifuncionais, ambiente com fim de desenvolver atividades do atendimento educacional especializado. Também apresenta o trabalho do professor dessa sala e entrevista com profissionais que desenvolvem vários tipos de tecnologias assistivas para esse público. O vídeo tem duração de 52 minutos e faz parte da Série: Salto para o Futuro. Indicamos o vídeo para nos colegas por se tratar de um vídeo rico de informações e de linguagem simples, principalmente para os profissionais que estejam iniciando o trabalho nas salas do AEE.
Links:
* Boletim Salto para o Futuro – Escola de Atenção ás Diferenças
*Salto para o Futuro – Escola de Atenção à Diferenças – PMG.3 – Práticas Educacionais no Contexto das Diferenças
Palavras chaves deste vídeo:
Sala de Recursos Multifuncionais;
Atendimento Educacional Especializado;
Rede Pública de Ensino
Acesso:10/05/13

DOCUMENTOS E LEIS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

"4aS_AEE_EAD_Decreto_7611_de_2011.pdf (1551k) AEE 2013 UFC Geral, 29/04/2013 22:35">

DOCUMENTOS LEGAIS QUE DEFINEM A EDUCAÇÃO ESPECIAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009 (*)
Institui Diretrizes Operacionais para o
Atendimento Educacional Especializado na
Educação Básica, modalidade Educação
Especial.
O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação,
no uso de suas atribuições legais, de conformidade com o disposto na alínea “c” do artigo 9º
da Lei nº 4.024/1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131/1995, bem como no artigo 90, no
§ 1º do artigo 8º e no § 1º do artigo 9º da Lei nº 9.394/1996, considerando a Constituição
Federal de 1988; a Lei nº 10.098/2000; a Lei nº 10.436/2002; a Lei nº 11.494/2007; o Decreto
nº 3.956/2001; o Decreto nº 5.296/2004; o Decreto nº 5.626/2005; o Decreto nº 6.253/2007; o
Decreto nº 6.571/2008; e o Decreto Legislativo nº 186/2008, e com fundamento no Parecer
CNE/CEB nº 13/2009, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da
Educação, publicado no DOU de 24 de setembro de 2009, resolve:
Art. 1º Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, os sistemas de ensino devem
matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas
habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento
Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em
centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições
comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
Art. 2º O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno
por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que
eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua
aprendizagem.
Parágrafo único. Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade
na educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com
deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e
pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e
informação, dos transportes e dos demais serviços.
Art. 3º A Educação Especial se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades de
ensino, tendo o AEE como parte integrante do processo educacional.
Art. 4º Para fins destas Diretrizes, considera-se público-alvo do AEE:
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza
física, intelectual, mental ou sensorial.
II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um
quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações
sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com
autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da
infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial
elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou
combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
(*) Resolução CNE/CEB 4/2009. Diário Oficial da União, Brasília, 5 de outubro de 2009, Seção 1, p. 17.
Art. 5º O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da
própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, não
sendo substitutivo às classes comuns, podendo ser realizado, também, em centro de
Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias,
confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria de Educação
ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios.
Art. 6º Em casos de Atendimento Educacional Especializado em ambiente hospitalar
ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a Educação
Especial de forma complementar ou suplementar.
Art. 7º Os alunos com altas habilidades/superdotação terão suas atividades de enriquecimento
curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino regular em interface
com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação e com as instituições de
ensino superior e institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da pesquisa, das artes e
dos esportes.
Art. 8º Serão contabilizados duplamente, no âmbito do FUNDEB, de acordo com o
Decreto nº 6.571/2008, os alunos matriculados em classe comum de ensino regular público
que tiverem matrícula concomitante no AEE.
Parágrafo único. O financiamento da matrícula no AEE é condicionado à matrícula no
ensino regular da rede pública, conforme registro no Censo Escolar/MEC/INEP do ano
anterior, sendo contemplada:
a) matrícula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais da mesma
escola pública;
b) matrícula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais de outra escola
pública;
c) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional
Especializado de instituição de Educação Especial pública;
d) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional
Especializado de instituições de Educação Especial comunitárias, confessionais ou
filantrópicas sem fins lucrativos.
Art. 9º A elaboração e a execução do plano de AEE são de competência dos
professores que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE, em articulação
com os demais professores do ensino regular, com a participação das famílias e em interface
com os demais serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros necessários ao
atendimento.
Art. 10. O projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a
oferta do AEE prevendo na sua organização:
I – sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos,
recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou
de outra escola;
III – cronograma de atendimento aos alunos;
IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos
alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas;
V – professores para o exercício da docência do AEE;
VI – outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de
Sinais, guia-intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de
alimentação, higiene e locomoção;
VII – redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do
desenvolvimento da pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que
maximizem o AEE.
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Parágrafo único. Os profissionais referidos no inciso VI atuam com os alunos públicoalvo
da Educação Especial em todas as atividades escolares nas quais se fizerem necessários.
Art. 11. A proposta de AEE, prevista no projeto pedagógico do centro de Atendimento
Educacional Especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado para essa
finalidade, deve ser aprovada pela respectiva Secretaria de Educação ou órgão equivalente,
contemplando a organização disposta no artigo 10 desta Resolução.
Parágrafo único. Os centros de Atendimento Educacional Especializado devem
cumprir as exigências legais estabelecidas pelo Conselho de Educação do respectivo sistema
de ensino, quanto ao seu credenciamento, autorização de funcionamento e organização, em
consonância com as orientações preconizadas nestas Diretrizes Operacionais.
Art. 12. Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para
o exercício da docência e formação específica para a Educação Especial.
Art. 13. São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado:
I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de
acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo
da Educação Especial;
II – elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a
funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos
multifuncionais;
IV – acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de
acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da
escola;
V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na
disponibilização de recursos de acessibilidade;
VI – orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade
utilizados pelo aluno;
VII – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais
dos alunos, promovendo autonomia e participação;
VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à
disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias
que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
Art. 14. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
CESAR CALLEGARI
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Informe sobre coletânea da 4ª Semana - AEE

A coletânea que será utilizada no curso do AEE/2013, está publicada e disponível no site:
http:// portal.mec.gov.br - no link SECADI entre as SECRETARIAS listadas no lado direito do PORTAL;
Clique no botão PUBLICAÇÕES;
Clique no link EDUCAÇÃO ESPECIAL;
Onde você encontrará vários materiais disponíveis para pesquisa.
Localize a coleção"A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar".

Desafios de ser um bom aluno de um curso a distância



Desafios de ser um bom aluno de um curso a distância
Cursista: Renata Augusta Batista – Porto Velho-RO – 29/04/2013
É surpreendente como a Educação tem crescido nestes últimos anos. Com o avanço das tecnologias em favor do homem dentro do contexto de ensino-aprendizagem a interação entre tecnologia e educação tem favorecido a Educação a Distância conhecida como (EaD) existente tanto na modalidade online ou no ensino semipresencial.E essa realidade tem feito com que haja uma grande procura, principalmente, por parte dos professores que se envolvem em atividades e projetos relacionados a Educação a Distância, como prática de formação continuada, voltada ao contexto profissional como um socorro na prática como nas necessidades específicas diária.
A prática da EaD como qualquer outra ferramenta de estudo, requer sua compreensão, no sentido de sua funcionalidade, características , suas possibilidades bem como suas limitações em prol de uma excelente formação, aliados a preparação formativa de uso pedagógicos e tecnológicos das tecnologias de informação. E afinal de contas o que vem a ser a Educação a Distância? Trata-se de uma modalidade de educação na quais alunos e professores (tutores) podem se comunicar em locais e horários diferentes, onde aprendem e ensinam, ou seja, trocam vivências.
O principal desafio hoje de ser um bom aluno da EaD e vencer primeiro o preconceito contra essa nova maneira de aprender, ser dedicado e responsável com sua rotina, que nada mais é do a sua organização de tempo e espaço.Valente afirma que “ o distanciamento físico não implica no distanciamento humano”, ou seja, a Educação a Distância possibilita o gerenciamento do tempo em relação ao espaço ambos em prol de uma educação de qualidade.Sua possibilidade de dar uma boa autonomia aos seus cursistas de se organizarem e eliminarem suas barreiras, principalmente, aliada a internet. Esse favorecimento tem se dado a ampliação e acessibilidade das novas tecnologias no cotidiano.
Segundo a Wikipédia os referenciais da EaD estão fundamentados nos quatro pilares da Educação do Século XXI publicado pela Unesco, que são: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e a aprender a ser.
Portanto, a Educação a Distância possibilita ao cursista construir sua autonomia, seja na pesquisa quanto na compreensão dos conteúdos abordados de maneira interativa.
Referencias
PT.wikipédia.org/Wiki/Educação_a_distância. Acesso 29/04/2013
http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/magistro/article/view/1197